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LGPD

LGPD e dados das câmeras

Como o Vigiles trata as imagens e os dados gerados nas unidades dos clientes. Um resumo para a sua equipe de segurança e para o seu jurídico.

Esta página trata dos dados do produto. Para os dados coletados por este site (formulários), veja a política de privacidade.

1. Quem é responsável pelo quê

A empresa cliente é a controladora: ela decide usar o Vigiles, onde as câmeras ficam, quais regras valem e por quanto tempo os dados são guardados. A Vigiles é a operadora: trata os dados em nome do cliente, segundo as instruções dele e apenas para prestar o serviço.

2. Quais dados são tratados

• Imagens das pessoas captadas pelas câmeras nas áreas monitoradas. • Resultados da detecção: presença ou ausência de cada EPI, câmera, zona, data e hora. • Evidências dos alertas: imagem ou trecho de vídeo do momento do evento. • Dados dos usuários do painel e dos canais de alerta: nome, e-mail e contas cadastradas para receber notificações. O Vigiles não faz reconhecimento facial e não identifica quem é a pessoa: ele verifica o que ela está usando.

3. Para que são usados

Para verificar o uso de EPIs, emitir alertas de segurança, apoiar o cumprimento das Normas Regulamentadoras e manter registros para auditoria. A Vigiles não usa esses dados para publicidade e não os vende. Cabe ao cliente definir a finalidade do monitoramento e comunicá-la aos trabalhadores.

4. Base legal

A escolha da base legal cabe ao cliente, como controlador. Em segurança do trabalho, costumam ser usadas o cumprimento de obrigação legal ou regulatória (LGPD, art. 7º, II), a proteção da vida e da incolumidade física (art. 7º, VII) e o legítimo interesse (art. 7º, IX), avaliados caso a caso.

5. Onde os dados ficam

A detecção roda no dispositivo instalado na unidade, sem depender de internet. O que vai para a nuvem é definido na configuração de cada cliente: por padrão, as evidências dos alertas; se o cliente quiser, também o vídeo. Os alertas enviados ao painel, ao Telegram e ao app passam por provedores de tecnologia, que podem estar fora do Brasil. Nesses casos, a transferência internacional segue o que a LGPD prevê (art. 33).

6. Por quanto tempo

O cliente define o prazo de guarda das evidências e dos registros. Ao fim do prazo, os dados são apagados. Ao fim do contrato, os dados são devolvidos ou eliminados, conforme combinado com o cliente.

7. Segurança

O acesso ao painel exige login e cada cliente vê apenas os próprios dados. As conexões com o painel são protegidas por HTTPS. A equipe Vigiles só acessa os dados de um cliente quando isso é necessário para suporte ou manutenção.

8. Transparência com os trabalhadores

Recomendamos que o cliente: • sinalize as áreas monitoradas com avisos visíveis; • informe os trabalhadores sobre o monitoramento, a finalidade e os dados tratados; • atualize o aviso de privacidade interno e envolva o SESMT e a CIPA; • avalie a necessidade de um Relatório de Impacto à Proteção de Dados (RIPD).

9. Direitos dos titulares

Trabalhadores e outras pessoas captadas pelas câmeras podem exercer os direitos da LGPD (art. 18), como acesso, correção e eliminação, junto ao cliente, que é o controlador. A Vigiles apoia o cliente a responder a essas solicitações.

Documentos para o seu jurídico

Sob solicitação, fornecemos o contrato de tratamento de dados (operador) e apoio técnico para o Relatório de Impacto à Proteção de Dados (RIPD). Escreva para vigiles.epi@gmail.com.

Conteúdo informativo sobre o funcionamento do Vigiles. Não substitui a orientação jurídica da sua empresa. Última atualização: novembro de 2026.